Fontes e metodologia
O que o monitor mostra, como as faixas são interpretadas e onde a simulação tem limitações.
Última revisão: 25 de agosto de 2026.
Informação experimental. O mapa não substitui alertas, ordens de evacuação ou orientações da Defesa Civil. Em uma emergência, ligue 199 e siga as autoridades.
Faixas da régua em União da Vitória
As faixas seguem o Plano de Contingência Municipal de Proteção e Defesa Civil de 2026.
| Situação | Nível na régua |
|---|---|
| Normal | abaixo de 4,30 m |
| Atenção moderada | 4,30–4,49 m |
| Atenção alta | 4,50–4,89 m |
| Atenção muito alta | 4,90–5,49 m |
| Alerta crítico | a partir de 5,50 m |
“Emergência” e “calamidade” são situações reconhecidas oficialmente. O site não as declara automaticamente apenas com base na régua. Os marcos de 6,30 m e 7,50 m aparecem somente como contexto de impactos históricos.
Faixas nas demais estações
Para manter a leitura da interface consistente ao longo do corredor, São Mateus do Sul, Fluviópolis e Porto Vitória exibem as mesmas categorias visuais de União da Vitória. Os limites mostrados são convertidos para cada régua local por equivalência histórica entre estações; portanto, são referências regionais estimadas, não faixas oficiais municipais.
Cheias históricas
Os atalhos usam médias diárias consolidadas: 1983 (10,42 m), 1992 (8,90 m), 2023 (8,37 m), 1935 (8,16 m), 2014 (8,12 m) e 2019 (7,82 m). Um pico instantâneo publicado em notícia pode ser ligeiramente diferente de uma média diária.
Leitura, previsão e tendência
A leitura é uma observação registrada pela estação. A previsão é um cenário publicado pela fonte. A tendência resume variações recentes e não deve ser interpretada como previsão.
Simulação de inundação
Na área UV/PU, o nível da régua é convertido para elevação absoluta a partir do zero conhecido da estação. O processamento combina o terreno Copernicus GLO-30 com MDT de maior resolução onde ele está disponível em Santa Catarina, seleciona áreas topograficamente alcançáveis pela água e calcula faixas aproximadas de profundidade.
Nas demais cidades, o modelo regional com terreno de 30 m é experimental. Falta de batimetria, pontes, bueiros, diques, vegetação, construções e a resolução do terreno podem mudar o resultado local.
Medir elevação e chegada da água
Uma depressão baixa não inunda necessariamente no nível de sua própria altitude: ela pode estar cercada por terreno mais alto. Por isso, o medidor consulta a altura local para estimar profundidade, mas usa como nível mínimo de chegada a primeira camada simulada que conecta o ponto ao rio. Se essa conexão não ocorrer no intervalo calculado, o resultado informa essa limitação em vez de tratar a depressão isolada como inundada.
O cálculo continua sendo topográfico. Ruas elevadas, muros, galerias, bueiros e outras passagens que não estejam representadas no modelo digital podem antecipar ou atrasar a chegada real da água.
Limitações importantes
- uma mancha não confirma inundação de um imóvel específico;
- depressões do terreno digital podem não representar a drenagem real;
- níveis baixos são mais incertos por falta de batimetria;
- dados antigos são mantidos visíveis, mas recebem aviso de desatualização;
- lacunas históricas não são inventadas como observações;
- previsões podem ficar indisponíveis ou mudar com a fonte.
Fontes e referências
- Copel MHB: leituras e previsão operacional quando publicadas;
- ANA/SNIRH: séries históricas, telemetria e base corporativa;
- ONS: dados operacionais complementares;
- Copernicus GLO-30 e SIGSC: modelos de elevação;
- Revisão do Plano de Contingência Municipal de União da Vitória (conteúdo da Assessoria).